A recente popularidade do boné da Ralph Lauren é um case interessante para pensarmos sobre a necessidade de atualização das marcas para atender diferentes gerações.
No passado, as decisões estratégicas aconteciam exclusivamente no alto escalão. Mas hoje, com equipes mais descentralizadas, os decisores precisam confiar nos seus subordinados e nas recomendações que vêm deles e das áreas de Inteligência Competitiva e de Mercado (IC&M).
Se for para resumir em uma palavra a tendência para o marketing e a comunicação neste ano eu escolheria “relevância”. Em 2024 ser relevante será um ponto chave para o marketing, a comunicação e o jornalismo. A questão é como alcançar essa almejada relevância.
Em grandes empresas ou pequenos negócios as decisões de marketing e comunicação seguem alguns princípios básicos. Na semana passada conversei casualmente com um gestor de um pequeno negócio do meu bairro sobre a colocação de uma mangueira decorativa para o Natal. Apesar de ser uma decisão simples, é perfeita para lembrar dicas básicas sobre quaisquer decisões em marketing e comunicação.
Um planejamento estratégico bem-sucedido não pode ser apoiado exclusivamente nas informações internas da empresa e nos insights da equipe. É preciso ir além, usando informações de Inteligência Competitiva e de Mercado (IC&M) para garantir que o resultado, o plano de ação, contemple o ambiente competitivo em que a empresa está inserida. Sem conhecer o ambiente externo, qualquer planejamento fica incompleto e arrisca o futuro da empresa.
Você já teve a oportunidade de assistir à série Silo, da Apple? Apesar de histórias pós-apocalípticas não serem uma novidade, o argumento é criativo e o mistério te envolve na história. A série é baseada nos livros de Hugh Howey, que alcançou o sucesso como escritor independente. Ele é um ótimo exemplo de como o mercado editorial foi revolucionado nos últimos anos.